Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos pede apuração de irregularidades em comunidade terapêutica

Brasília, 20 de Julho de 2012.

À/ Ao

Ministra Chefe da Casa Civil Ministro de Estado da Saúde

Ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República Ministro da Secretaria Geral da Presidência da República

Assunto: Denúncia. Notícia veiculada “Prefeitura descobre só 6 meses depois morte de viciado em clínica conveniada” no Jornal Estado de São Paulo

 


Continuar a ler

Anúncios

Nota da Frente Nacional de Drogas e Direitos Humanos sobre informações publicadas na matéria “Gleisi, Padilha e o pastor” do jornal Correio Braziliense

A Frente Nacional de Drogas e Direitos Humanos vem a público externar preocupação diante das informações veiculadas na sexta-feira, 11 de maio, na matéria do jornal Correio Braziliense intitulada Gleisi, Padilha e o pastor.

 

A reportagem traz denúncias de suposto pedido de “flexibilização” em contratos entre Governo Federal e comunidades terapêuticas, como parte do plano de enfrentamento ao crack do Governo Federal. O pedido teria sido enviado pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, ao ministro da saúde, Alexandre Padilha. A matéria afirma que, “Gleisi recebeu email do pastor Lori Massolin Filho, liderança de comunidades terapêuticas do Paraná – estado da ministra – no qual ele cobra ‘flexibilização’ por parte do Governo Federal no edital da Saúde que destina R$ 100 milhões para comunidades terapêuticas integrarem o plano Crack”. Continuar a ler

Carta de Apresentação da Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos

A Frente Nacional Drogas e Direitos Humanos (FNDDH) foi criada em 2012 reunindo entidades e movimentos sociais que lutam por políticas públicas de drogas baseadas nos direitos humanos, no respeito aos princípios do SUS, às diretrizes da IV Conferência de Saúde Mental Intersetorial e da XIV Conferência de Saúde, além do que preconiza o Decreto 7053 que trata da política nacional da população em situação de rua. Defendemos uma Política de Segurança Pública baseada na garantia dos direitos humanos e sociais e não na repressão policial, ações higienizadoras e criminalizadoras da pobreza. Posicionamos-nos contra a atual política de drogas e assumimos os princípios da Luta Antimanicomial e da Redução de Danos no acolhimento e no tratamento de usuários abusivos de drogas nos princípios da lei 10.216/01 e do SUS. Continuar a ler